“Acordei em um só suor
Abandonando o prazer de arrependimento
Outra noite de ferrugem tinha passado devagar
O céu de manhã uma nova e brilhante estrela lá acima se apagará?
Baixo há crepúsculo perto
Uma vez que poderia cheirar ao fim do dia eles foram chegando rápido”
Eu vagava como no purgatório
Além do túmulo de minha propriedade
Nem o céu, inferno ou campesinato
Estiveram presentes para me salvar da projetada do ódio
Eu sabia que era uma suspeita para eles
Em um mar negro de cetim estava ele a me olhar
Um sopro maleficioso porém sereno jogaste em mim,doce criatura?
Enquanto isso o céu estava repleto de estrelas pulsantes naquela escuridão imensa
Meu suor caía de gota em gota
Alimentando a fome vingativa daquelas pragas
Que reinava entre masmorras ao meu pensar
Cavernas desiludidas era apenas o que via
Dentes caninos e pontudos saíram daquelas estrelas
Assim que o relógio badalou á meia noite
Agora meu sangue fervia dentro de minha pele
Meu sangue queria pular para fora de meu corpo
Como as estrelas apagaram pouco a pouco
A última estrela do sacrificio
Criaturas alimentando do meu rosto
A última estrela do sacrificio
A contagem regressiva para a morte está quase a terminar
A última estrela do sacrificio
Pentagrama de sangue volta á minha garganta
A última estrela do sacrificio
Fazia um verso anti-cristo para salvar a minha alma decaída
Deus,não quero a sua misericórdia,quero apenas a sua derrota
Eram as palavras que saíam da minha boca através de todo o meu desespero
Quando olhava para o céu escuro,via apenas uma estrela a brilhar
Sabia se essa se apagará ,minha alma partirá
Entre ruínas de Sacrilégio
Correntes presas nos pulsos de minha alma
O mar negro naquele instante estava como sangue
Parecia mais uma banheira de sangue
Via dali uma figura feminina sair
Sua expressão corporal não era daquelas mais amigáveis
Tinha apenas carcaça ali
Não sentia medo,pões já estava fazendo parte dele
Agora tinha em mente que aquela última estrela era o ingrediente principal para o meu sacrifício
Estou sofrendo a praga da última estrela do sacrificio
Sinto cheiro de enxofre vindo de meu sangue
É a praga daqueles seres,amantes da última estrela
Barulho da corrente em meus pulsos era tudo o que ouvia
Também escutava um pouco do líquido do mar imaginário
A carcaça daquela criatura cheirava mais forte
Não era enxofre como o meu sangue porém cheirava parecido
A lua cheia sorria do meu sofrimento
Achando graça de cada pingo de gota do meu sangue que batia contra ao chão
A árvores comentavam sobre aquela sepultura macabra que faziam de mim
Meus olhos ardiam como queimadura de uma foqueira,enquanto pingava sangue e mais sangue deles
Agora tinha em mente que aquela última estrela era o ingrediente principal para o meu sacrifício
Estou sofrendo a praga da última estrela do sacrificio
Sinto cheiro de enxofre vindo de meu sangue
É a praga daqueles seres,amantes da última estrela
A última estrela do sacrificio
Criaturas alimentando do meu rosto
A última estrela do sacrificio
A contagem regressiva para a morte está quase a terminar
A última estrela do sacrificio
Pentagrama de sangue volta á minha garganta
A última estrela do sacrificio
Meus pecados foram queimados de uma só vez perante a foice de cada um deles
O caveleiro do caos que assistirá tudo aquilo,bebia absinto em uma taça de cristal
Meu corpo agora era aquela carcaça jogada dentro daquela banheira
Assim que a última estrela se apagou...
A última estrela do sacrificio
Criaturas alimentando do meu rosto
A última estrela do sacrificio
A contagem regressiva para a morte está quase a terminar
A última estrela do sacrificio
Pentagrama de sangue volta á minha garganta
A última estrela do sacrificio
A última estrela do sacrificio
Criaturas alimentando do meu rosto
A última estrela do sacrificio
A contagem regressiva para a morte está quase a terminar
A última estrela do sacrificio
Pentagrama de sangue volta á minha garganta
A última estrela do sacrificio
A última estrela do sacrificio
Criaturas alimentando do meu rosto
A última estrela do sacrificio
A contagem regressiva para a morte está quase a terminar
A última estrela do sacrificio
Pentagrama de sangue volta á minha garganta
A última estrela do sacrificio
"Lava a minha alma?"
domingo, 6 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
╚╬╝Príncipe das Trevas╚╬╝
“Nesse castelo de lembranças,manchas de sangue são passadas
Sepultura do caos começará essa noite
A crueldade está além de sua imaginação
Relâmpagos medonhos dessa chuva que parece que nunca acabará
Um sonho de um príncipe das Trevas...”
Mas a besta só tinha uma crueldade em mente
Seus surdidos o honravam até certo ponto
Todos apostos para a desintegração do pentagrama
Rainha,começará o pacto homossexual
O Diabo está a solta em nossos corações
Sentem a última gota de seus sangues
Pões a sua morte chegará ao fim
“Garoto das Trevas me dê a sua bença ?”
Então,o caos macabro começou naquela noite
A crueldade da besta estava a solta
Rainha da perdição
Ondas negras de circuito invade o meu corpo,o meu pensar
Seres da minha própria mente a me engolir
Tudo que vejo não passa de escuridão
Calor das chamas queimam a minha alma que desgasta e desgasta cada vez mais
O mesmo fogo que queima em suas véias nesse pesadelo conditiado
Aquela mesma historia,Jesus salva mas o diabo o fez
No altar do castelo,via todo o acontecido
Puxe as cortinas nos chãos de carne crua
Há assassinato na sede
Dança com os vampiros,os lupinos da lua cheia sangreta uma dança horrenda
Príncipe das trevas
Rasga a pele deles
Cordões de intestino puxados por garras
Com tamanha crueldade
A besta assistirá todo o espetáculo
O fogo queima seus corpos,nossos corpos
Enquanto dançamos a dança da tortura
Lambíamos os sangues dos corpos de cada um
Fazíamos uma fantasia homossexual
“Garoto das Trevas me dê a sua bença ?”
Rainha do caos,provocava aquela alucinação em nossas mentes
O sol se colocava em seu lugar
Enquanto a escuridão sumia assim como nossas vidas
Lobos uivavam no fim daquela sepultura
Um eclipse negro era visto antes da nossa glória se partir
Então,o fim não será agora...
O príncipe das trevas agora reina sobre os corpos de seus surdidos
Ainda com as chamas em seus corpos
Lágrimas de sangue derramaram de seus olhos
Mas não o julquem
O príncipe só queria ter a sua fantasia erotica
As almas mais obscuras não são as que escolhem existir no inferno do abismo
Mas sim aquelas que decidem se libertar deste abismo para viver silenciosamente entre nós
Sepultura do caos começará essa noite
A crueldade está além de sua imaginação
Relâmpagos medonhos dessa chuva que parece que nunca acabará
Um sonho de um príncipe das Trevas...”
Mas a besta só tinha uma crueldade em mente
Seus surdidos o honravam até certo ponto
Todos apostos para a desintegração do pentagrama
Rainha,começará o pacto homossexual
O Diabo está a solta em nossos corações
Sentem a última gota de seus sangues
Pões a sua morte chegará ao fim
“Garoto das Trevas me dê a sua bença ?”
Então,o caos macabro começou naquela noite
A crueldade da besta estava a solta
Rainha da perdição
Ondas negras de circuito invade o meu corpo,o meu pensar
Seres da minha própria mente a me engolir
Tudo que vejo não passa de escuridão
Calor das chamas queimam a minha alma que desgasta e desgasta cada vez mais
O mesmo fogo que queima em suas véias nesse pesadelo conditiado
Aquela mesma historia,Jesus salva mas o diabo o fez
No altar do castelo,via todo o acontecido
Puxe as cortinas nos chãos de carne crua
Há assassinato na sede
Dança com os vampiros,os lupinos da lua cheia sangreta uma dança horrenda
Príncipe das trevas
Rasga a pele deles
Cordões de intestino puxados por garras
Com tamanha crueldade
A besta assistirá todo o espetáculo
O fogo queima seus corpos,nossos corpos
Enquanto dançamos a dança da tortura
Lambíamos os sangues dos corpos de cada um
Fazíamos uma fantasia homossexual
“Garoto das Trevas me dê a sua bença ?”
Rainha do caos,provocava aquela alucinação em nossas mentes
O sol se colocava em seu lugar
Enquanto a escuridão sumia assim como nossas vidas
Lobos uivavam no fim daquela sepultura
Um eclipse negro era visto antes da nossa glória se partir
Então,o fim não será agora...
O príncipe das trevas agora reina sobre os corpos de seus surdidos
Ainda com as chamas em seus corpos
Lágrimas de sangue derramaram de seus olhos
Mas não o julquem
O príncipe só queria ter a sua fantasia erotica
As almas mais obscuras não são as que escolhem existir no inferno do abismo
Mas sim aquelas que decidem se libertar deste abismo para viver silenciosamente entre nós
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