domingo, 8 de novembro de 2009

╚╬╝Amor Odioso╚╬╝



Bruno: Visão Obscura,
Lágrimas Sangrentas,
Amor Odioso.

Allan: Alma decaída,
Ruínas próximas a morte,
Suspiros Insansiaveis,
Amor odioso.

Bruno: Nessa vida obscurecida e cegada por um amor odioso.

Allan: Nossos corações futéis ficaram intactos perante a nossa misséria,desse odioso amor sem rumo?

Bruno: Futilidade desalmada minha visão foi obscurecida por seu amor odioso.
Me ponho a chorar,lágrimas de sangue escorrem por minha face,
O sangue queima em minhas veias o odio do amor me consome,
A cada dia mais.

Allan: Os dias passam tão depressa,é como um sopro,
Que faz as flores da primaveira mucharem,assim como a minha alma,
Esse odioso amor que me consome,enquanto há uma tempestade lá fora,
Ainda ouço a sua voz,daquela noite em que se suicidou,
A senhora da perdição alimenta-se da nossa angustia,
Deixando seus túmulos mais intactos.

Bruno: A tempestade lá fora não é uma tempestade normal é uma tempestade odiosa uma tempestade sangrenta,tempestade digna de um campo de batalha,
Sua voz aquela noite era tão bela tão suave e então você se suicidou a angustia me consumiu e eu me perguntei
Porque,porque isso?
A resposta estava a minha frente você não estava feliz com nosso amor odioso,minha vida jamais será a mesma sem você nosso amor odioso me fascinava Preciso de voce ao meu lado.
Minha visao foi obscurecida por seu amor odioso.
Me ponho a chorar,lagrimas de sangue escorrem por meus rosto,
O sangue queima em minhas veias o odioso amor me consome.

Allan: Ajoelhado ali,com lágrimas de sangue escorrendo sobre meu rosto,
Agora ouço vozes,dizendo para mim me matar,
Tento tampar meus ouvidos,mas esses espiritos são mais forte do que eu,
Estão controlando a minha alma,
A última gota do meu animo que eu tenho de viver,
Somente assim,poderei mesmo te encontrar?
Pensava comigo,
Enquanto sentia meu último suspiro ser feito.

Bruno: Aqueles Espiritos malignos me chamam,
Escuto tua voz entre eles e me deixo levar por eles sinto eles me tocarem e entao meus olhos vão se fechando,
Minha visao escurecendo e então minha alma saindo de meu corpo,meu corpo solta um ultimo suspiro de dor enquanto aqueles espiritos se divertiam com essa.

Allan: Via meu corpo jogado ali,iqual uma carcaça,
Sentia seu perfume tão próximo,mas você não estava ali,
Os espiritos caducos ainda me pertubavam,começavam a me puxar perante o abismo da tortura,
Meu amor odioso estava flamejando agora,
Morto,eu ainda escutava aquela tempestade lá fora,
Como naquela noite de sexta feira 13,
Só você que pode me salvar desde odioso amor que me consome?
Ou talvez,se você aparecer agora,irá alimenta-lo mais?

Bruno e Allan: Aquela tempestade me consumia assim como nosso odioso amor,
Minhas lágrimas de sangue não paravam de cair e meu sangue queimava em minhas veias,
Agora,nossa cedência está cumprida,
Sei que ainda te encontrarei nesse além imenso,
Apesar de ainda estarmos tão distantes,
Minha carcaça jogada naquele chão á frente do relógio,
Que dava a última badala enquanto os espiritos me puxavam para o inferno.